quinta-feira, 14 de julho de 2011

Tratamento


"A família leva primeiro ao clínico, depois ao ginecologista, ao endócrino, só depois ao psiquiatra. Quando chega, o quadro já evoluiu muito", diz. Em fase avançada, a anorexia pode matar até 20% dos internados. Durante o tratamento, é fundamental o engajamento da família porque a taxa de reincidência é alta: chega a 70%. Por isso, deve haver atenção sobre a jovem. "Ela não pode começar nova dieta porque volta todo o processo. É como no alcoolismo", diz Cybelle Weinberg.

A técnica compensatória mais comum é a purgação ( através de vômitos,laxantes e diuréticos) empregada por 80% a 90% dos indivíduos com esta doença que se apresentam para o tratamento. 

Os distúrbios alimentares são multideterminados. Fatores culturais, individuais e familiares contribuem para o seu desenvolvimento, de diferentes formas, em indivíduos diferentes.
O tratamento do distúrbio alimentar é complexo, moroso e especializado, reconhecidamente difícil, em que a eficácia do protocolo terapêutico depende da existência de condições adequadas e de uma equipa multidisciplinar que funcione de forma a lidar, eficazmente, com os aspectos psicológicos, psiquiátricos, médicos e sociais destes distúrbios.
A intervenção terapêutica mais validada empiricamente e com melhores resultados terapêuticos (diminuição da sintomatologia e diminuição da taxa de recaída) é o tratamento cognitivo-comportamental. Que pode ser resumido na recuperação do peso e regularização do padrão alimentar; reestruturação cognitiva; prevenção da recaída.


A partir de dados foi possível criar uma exemplificação através de uma estimação que observaremos abaixo.





Na anorexia a falta do tratamento é fatal!

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